Desde 2018 idealizado por meio da iniciativa ‘Meninas na Ciência – UFRJ’, busca em suas ações refletir sobre desigualdades. Com o intuito de contribuir para a possível reversão das desigualdades de oportunidades enfrentadas por pessoas pertencentes a grupos estigmatizados, e a destruição de quaisquer estereótipos principalmente sobre: gênero e raça.

Os estereótipos de gênero estão presentes em nossa sociedade e isto é algo que não podemos ignorar, se quisermos mudar esta realidade. A educação é influenciada por estes preconceitos, podendo ser identificado sobre a conceituação de ameaça por estereótipo (“Stereotype threat”). Este conceito é entendido e identificado como um fenômeno no qual pessoas pertencentes a grupos estigmatizados se sentem sob ameaça de confirmar um estereótipo negativo atribuído ao grupo do qual fazem parte.

Diversos grupos encontram-se sob este risco, especialmente: mulheres; negros; e pessoas de baixo status socioeconômico. Frequentemente se atribui a estes grupos, e especialmente às mulheres, baixa aptidão para as ciências exatas. Este viés é observado desde a idade escolar, surgindo já em crianças de 6 anos, e se estendendo à vida acadêmica e profissional. Ao serem submetidas à realização de tarefas específicas sob influência da ameaça pelo estereótipo, altos níveis de estresse e ansiedade aumentam significativamente a dificuldade da tarefa em curso. Cabe ressaltar que a adoção de instruções adequadas para a realização dos testes e a conscientização acerca da existência deste tipo de fenômeno tem efeito “protetor” para os grupos estigmatizados.

Por meio de nossas ações esperamos contribuir para a reversão das desigualdades de oportunidades enfrentadas por pessoas pertencentes a grupos estigmatizados.

Nós acreditamos que podemos Mudar Mundo!

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